terça-feira, 5 de junho de 2012

CASA BETÂNIA


BRIEFING: Representação da Casa Betânia contratou a assessoria de comunicação para elaboração de matéria jornalística sobre o órgão, visando a divulgação na imprensa local.
 
CASA BETÂNIA: cidadania para mulheres vitimadas


Há quatro meses a Casa está de braços abertos para acolher mulheres vítimas de agressão doméstica, prostituição, drogas e todo tipo de violência contra a mulher, no Teotônio Vilela, em Ilhéus-BA. Representantes sociais estiveram reunidos para discutir e articular ações de aprimoramento do projeto e de outras demandas recorrentes.
Quando uma mulher vai procurar a Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (DEAM) de seu município para registrar uma ocorrência de violência doméstica, geralmente a vítima já está sendo agredida fisicamente, psicologicamente e ou moralmente por algum tempo. É com o intuito de acolher e abrigar a mulher em situação de risco, que a Casa Betânia trabalha em parceria com a DEAM e se mantêm com o apoio de voluntários. Idealizada por mobilizadores sociais de Ilhéus, hoje soma forças para alavancar esse projeto que tem grande chance de ampliar seus pontos de funcionamento para o centro da cidade e o litoral sul, disponível como instrumento de esperança à elas que sofrem todo tipo de violência. Além de ministrar cursos de aperfeiçoamento como um meio de qualificação para obtenção de renda, a Casa funciona para acolher e orientar sobre os direitos protetivos que a mulher possui.
Nesse sentido, aconteceu uma reunião na semana passada no espaço da Casa Betânia, em que representações sociais, dentre elas, a presidente da Casa, Mônica Watson, a assessora jurídica e Conselheira da Fundação Negreiros, Rúbia Carvalho, a assessora da Senadora Lídice da Mata (PSB-BA) ligada ao movimento de mulheres, crianças e adolescentes, Maria Helena Souza, a representação do presidente do SINTEPAV (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação, Obras de Terraplenagens do Estado da Bahia), Bebeto Galvão, na presença de seu filho, Maurício Galvão, o presbítero e presidente do Centro de Recuperação Cidade Refúgio, Marcelo Duarte, representações das Associações de Moradores do Bairro Teotônio Vilela, União dos Universitários e Amigos do Teotônio Vilela, do Projeto Cara Nova e de Pequenos Agricultores, assim como profissionais e moradores do bairro, estiveram reunidos para apresentar e discutir possibilidades de aprimoramento, funcionamento e atendimento da Casa Betânia, bem como de demandas relacionadas ao desenvolvimento do bairro e das condições de vida de pessoas que vivem em situação de risco e pobreza em Ilhéus.
A Casa Betânia
Rua São José, n º 145, Teotônio Vilela, Ilhéus-BA.

Inaugurada em dezembro de 2011, a Casa Betânia existe em decorrência da ajuda de pessoas comprometidas com as causas sociais. A idéia surgiu mediante a demanda de mulheres vitimadas e ou usuárias de drogas que recorrentemente buscavam auxílio junto ao Centro de Recuperação Cidade Refúgio, do Banco da Vitória, que trata da reabilitação de jovens na maioridade, dependentes de substâncias psicoativas (alcoolismo, tabagismo e demais drogas), coordenado pele presbítero da Assembléia de Deus, Marcelo Duarte. “Nosso caráter de tratamento atende somente homens, na maioridade. Mas inúmeros casos surgiram de muitas mulheres querendo se internar, uma demanda grande de mulheres que se prostituem para manter o vício, e muitas mulheres abusadas, violentadas e sem soluções, sem um local pra acolher e atender”. Diante da reunião de esforços, o presbítero e idealizador encontrou os braços dados da atual presidente Mônica Watson, de Bebeto Galvão que vem contribuindo diretamente com a Casa, do trabalho social que a Fundação Negreiros vem prestando desde 2001, com o oferecimento de cursos, capacitação e qualificação em Ilhéus e outros municípios, tendo por fundadora r parceira a referida assessora jurídica, Rúbia Carvalho. “Nós temos a expectativa de minimizar o sofrimento das mulheres. Só no ano de 2011 a informação é que 1000 mulheres foram vitimas de violência, seja doméstica, por uso de drogas, violência sexual em adultas, garotas e crianças... A casa Betânia hoje vem como uma casa de acolhimento e abrigamento, para receber, capacitar e qualificar a mão de obra. Às vezes a mulher se deixa violentar por falta de recursos financeiros e de uma profissão, por ser dependente do parceiro”, afirmou a advogada.

Voluntária na Casa Betânia desde sua inauguração, Fátima Neves, mora no bairro do Malhado e se desloca todos os dias para o Teotônio Vilela para prestar assistência às possíveis vítimas de violência. No entanto, ela explica que até o momento, em quatro meses de funcionamento, a casa ainda não recebeu nenhuma visita. E isso não se deve à falta de casos, mas envolve algo muito mais profundo do que se possa supor, algo que beira o medo e o desespero.
“Tem muitas que acham que acabou, que a vida delas é aquilo ali e não tem mais solução. A mulher coagida, ou pelo sustento dos filhos, com medo de não ter apoio para eles financeiramente, evita a denúncia, ela não tem a ousadia de tentar”. 
A voluntária explica que os cursos de aperfeiçoamento para formação de babás e assistência à idosos ainda não puderam ser efetivados por falta de inscrições, e acrescenta, “esses cursos são satisfatórios mesmo, é uma forma da mulher conquistar um meio de renda, ter consciência de que através disso ela pode vir a ser beneficiada e se tornar independente. Essa é a nossa intenção. O que precisa é que elas se conscientizem de que podem contar conosco, aqui na Casa Betânia, de que ainda há uma oportunidade pra elas”.
Propostas
De acordo com as entidades presentes na reunião, foram apresentadas algumas possibilidades para o melhor funcionamento da Casa Betânia. Em vista do espaço disponível do Educandário Cordolina Loup, situado na rodovia BR 415 km 22, que liga Ilhéus a Itabuna, fundado em 1956 pela Irmã Catarina, hoje se mantêm com o apoio de doadores e funciona através do trabalho da Congregação Nossa Senhora dos Aflitos, com as Irmãs Edna, Maria do Carmo e do sacerdote maranhense, Padre Orlando. Elas administram uma escola infantil que funciona numa casa ao lado. Para o sustento, as freiras fazem biscoitos caseiros e sorvete para serem vendidos no município grapiúna. “Sou amiga da Congregação, e junto com as irmãs e o Padre, sentimos essa necessidade dessa parceria, para mostrar a algumas pessoas que existe um espaço excelente e que está precisando ser ocupado. Pode ser um refúgio e preservar o anonimato para as mulheres, em que com tranqüilidade a vitimada vai se sentir mais segura”.
A idéia é que a Casa Betânia ocupe o espaço do Educandário com termo de cooperação de acordo e técnico, para acolher e abrigar mulheres, jovens, crianças e capacitá-los, qualificando a mão de obra lá dentro. As possibilidades são várias, como desenvolver trabalhos com horticultura, cultivo de flores, culinária, dança, entre outras atividades. O ponto onde funciona hoje serviria como apoio e administração. Veja ao final da matéria mais fotos do Educandário.

“Temos muita esperança de que a Casa Betânia possa estar funcionando onde é hoje o Educandário. Retornaremos no mês de abril para avaliar os editais abertos para captação de recursos. É preciso que a comunidade se mantenha organizada para ter clareza do que quer, que envie o projeto... O que eu não quero é que a comunidade tenha uma expectativa além disso. Tenho certeza que na hora que tiver que batalhar pra ajudar a sair, o que for possível, a Senadora Lídice vai fazer, assim como outros políticos daqui, estarão empenhados em conseguir isso ”, afirmou a assessora da Senadora Lídice da Mata (PSB-BA), Maria Helena Souza.
O bairro do Teotônio Vilela aporta um espaço construído que está pronto para entrar em funcionamento como Centro Comunitário, onde diversas atividades podem ser feitas. Essa possibilidade do Centro Comunitário aportar a Casa Betânia também foi cogitada na reunião por alguns membros presentes e moradores.
Violência contra a mulher
A DEAM de Ilhéus fica localizada na Avenida Litorânea Norte, nº 6, bairro Malhado, Ilhéus-BA. Para contato ligue,             (73) 3234-5275      . A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, é destinada a atender gratuitamente mulheres em situação de violência no Brasil, como serviço de utilidade publica, e entrou em vigor com o decreto nº 7.393 em 15 de dezembro de 2010. De acordo com os números divulgados pela Secretaria de Política para as Mulheres do Governo Federal (SPM), no Brasil existem 889 serviços especializados para atender mulheres vítimas de violência, e a Casa Betânia hoje é um deles.
Pelo menos uma em cada três mulheres no mundo já foi agredida, forçada a ter relações sexuais ou abusada, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, de dez mulheres, quatro já foram vítimas de violência doméstica, é o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad – 2009) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estima-se que, em média, cerca de dez mulheres são brutalmente assassinadas por dia no país, segundo informações da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia. Esta organização demonstra ainda que a cada 60 segundos, quatro mulheres estão sendo espancadas ao mesmo tempo pelo respectivo homem com que cada uma mantém ou manteve relação afetiva. Isso indica que a cada 15 segundos uma mulher é vítima de violência doméstica no território nacional. Na própria residência, é onde 70% dos crimes nacionais contra mulheres são executados, em que os agressores são os maridos ou companheiros. A Pesquisa Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil realizada pelo Instituto Avon/Ipsos, apresenta como principais fatores que contribuem para a violência o machismo, com 46% das agressões, e o alcoolismo, com 31%.
No dia 22 de setembro de 2006 a Lei Maria da Penha, 11.340/06, entrou em vigor no Brasil baseada nos termos do § 8º do Art. 226 da Constituição Federal, indicando que “o Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”. As formas de violência vividas por mulheres previstas nesta lei são conceituadas e definidas configurando a violência doméstica e familiar contra a mulher como qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial. O Art. 6 º não deixa dúvidas, “a violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos”. A lei dispõe de capítulos e seções que vem detalhar as disposições gerais, da assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, do atendimento pela autoridade policial, medidas protetivas, da atuação do Ministério Público, da assistência judiciária, compondo um extenso aparato de recursos disponíveis para garantir o direito que visa prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher. A pena mínima para quem pratica o crime de femicídio é de 3 meses e a máxima de 3 anos, acrescentando-se mais 1/3 no caso de portadoras de deficiência. Pela lei, os agressores podem ser presos em flagrante.
Maria da Penha Maia Fernandes foi vitima de espancamento pelo marido por seis anos, que tentou assassiná-la por duas vezes. Na primeira investida sacou uma arma de fogo e a deixou paraplégica e na segunda tentativa de homicídio, por eletrocussão e afogamento. Decidida a denunciá-lo, Maria da Penha só pode ver seu agressor punido somente depois de 19 anos de julgamento, e pagou em regime fechado a pena por apenas 2 anos.
As mulheres negras são a maioria entre as vítimas de homicídio doloso – aquele em que há intenção de matar - com 55,2% dos casos, na tentativa de homicídio chega em 51% para as negras, em lesão corporal, as negras continuam maioria com 52,1%, além de estupro e atentado violento ao pudor que incide com 54% dos casos, de acordo com os Dados Dossiê Mulher (2010).
A ONU sancionou a data 25 de novembro como o Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, em 1999. Dia memorado em homenagem as três irmãs ativistas políticas latino-americanas (Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal) que foram assassinadas em 1961 pela ditadura de Leonidas Trujillo (1930-1961), na República Dominicana.

APAE


BRIEFING: A APAE contratou a assessoria de comunicação para a elaboração de conteúdo jornalístico sobre o evento que será promovido para divulgar na imprensa local.

VIII Olimpíada da APAE será em Ilhéus

Ilhéus sediará um grande evento esportivo da Federação Estadual das APAES da Bahia, e reunirá mais de 300 atletas de 15 municípios.


De 14 a 17 de junho de 2012, acontecerá a VIII Olimpíada das APAES do Estado da Bahia, sediada no município de Ilhéus, pela APAE de Ilhéus. O evento conta com o apoio e braços dados de representações da sociedade ilheense, mobilizadas para esse acontecimento de grande relevância esportiva e social. O evento vai receber cerca de 300 atletas para seletiva da   XX Olímpiada Nacional das Apaes, que será realizada em Maringá–PR, de 5 a 10 de novembro.

A Olimpíada se iniciará com o desfile, às 18 horas, da Praça Castro Alves ao Ginásio de Esportes Herval Soledade, onde acontecerá a abertura oficial do evento, tendo como Mestre de Cerimônia Dr. Josevandro Nascimento, apresentação do Hino Nacional com Chica de Cidra e Dante Valadares, além das apresentações de dança dos alunos da APAE, com a Profa. Vitória Penalva e dos cantores ilheenses Keketa e Anne de Cidra.
Entreas modalidades de participação, incluem-se o atletismo, capoeira, futebol, judô, handebol, natação, futsal.  De promoção à cidadania e inclusão, a Olimpíada tem por objetivo a participação, integração e desenvolvimento esportivo dos alunos. No evento 15 delegações das APAES de municípios baianos estarão presentes, como as delegações de Camaçari, Canavieiras, Feira de Santana, Gandu, Guanambi, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Salvador, Santa Maria da Vitória, São Francisco do Conde, Valente e Vitória da Conquista.
Os organizadores do evento, Presidente da Federação Estadual das APAES da Bahia, Derval Freire, a Presidente da APAE de Ilhéus, Socorro Pastor, o Coordenador de Esportes da Federação das APAES da Bahia, Sílvio Roberto Santos, o Coordenador Técnico da APAE de Feira de Santana, Deraldo Azevedo, representantes do poder público municipal, de Faculdades e Universidades de Ilhéus e a parceira e Consultora das APAES Maraísa Pereira, estiveram reunidos nas semanas passadas, para definir os últimos detalhes para esta realização.
Para a Presidente da APAE de Ilhéus e também organizadora da Olimpíada, Socorro Pastor, “Ilhéus mostra que a inclusão pode sair do papel e se tornar uma realidade, porque temos no esporte a grande força para a inclusão. É preciso que nos unamos para fazer valer os direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Sem dúvidas, o fato de Ilhéus sediar a VIII Olimpíada das APAES do Estado da Bahia, é de suma importância, porque a sociedade ilheense é quem está como parceira nessa promoção de cidadania e respeito à diversidade, juntamente com o movimento APAEANO”.

Muitas representações da sociedade civil estão mobilizadas para promover esta realização. A Federação Estadual das APAES da Bahia e a Presidência da APAE de Ilhéus agradecem aos apoiadores:
Coordenação do Projeto Paraolimpíco da UESC, professora Dra. Joslei; SESI, Nelson Simões, grande parceiro da APAE, pessoa que conseguiu o patrocínio da SUDESB; M21, nas pessoas de Marco Lessa e Diana Sodré, responsáveis pela publicidade da VIII Olimpíada e criação da logomarca; ao amigo e parceiro, Mestre de Cerimonia da APAE de Ilhéus, Dr. Josevandro Nascimento; Rotary Jorge Amado, na pessoa da Presidente Rita; Maçonaria Vigilância e Resistência, na pessoa do Venerável Ivanilton Lima; a Conselheira Lolô Mendonça; aoamigo Conselheiro Dr. Luís Carlos Santos; ao amigo Jorge Carillo; a Fanfarra do Colégio Paulo Américo; a Polícia Militar, muito especialmente ao Major Perdiz e Capitão Vasco; aos funcionários da APAE de Ilhéus; a Secretária de Educação do Município, Profa. Lidiney; CICON Construtora, na pessoa de Roque Lemos, parceiro de todas as horas; a jornalista Anna Karenina na Assessoria de Comunicação; a meu amigo irmão Diretor Financeiro da APAE, Dr. Cláudio Nepomuceno; ao Coordenador do Curso de Enfermagem da Faculdade de Ilhéus, Sr. Robson Vidal; ao Instituto N. Sra. da Piedade, na pessoa da Reverendíssima Irmã Georgina; ao médico, amigo e Conselheiro da APAE de Ilhéus, Antônio Carlos Rabat; a amiga irmã Chica de Cidra; aos amigos Keketa e Dante Valadares; a minha afilhada Anne de Cidra; a Gil Lucas; a Nina Flor, na pessoa de Fifa; a Menezes e Filho, na pessoa do meu amigo Libério Menezes Filho; a BACK DOOR, na pessoa de Ademar Argolo; ao Clube Social de Ilhéus, na pessoa de Albertinho Pessoa; a meu parceiro sempre presente Serginho Mendes; a Tony e Elaine do Buffet Júbilo; ao  amigo Alberto Kruschewsky, Superintendente de Esportes do Município de Ilhéus; ao grupo de Capoeira Negra Raiz, na pessoa do Professor Rafael Gomes;  a Rodrigo Paiva, sempre parceiro, da BLOCOLAR; a nossa  amiga Gildelina Reis, do Colégio Status; aos jovens engajados na inclusão social dos APAEANOS, Toninho Lavigne, Tárcio Veiga, Lukas Paiva e outros; a imprensa e comunicadores; à DIREC 6, Profa. Ana Maria; à Vidamedi,  Dr. Roland Lavigne; à Menezes e Filho, Libério Menezes Filho,  ao parceiro Serginho Mendes; a  Antônio Cavalcanti, nosso sempre grande parceiro ; a Sérgio Toledo, Marilene, Vanderley Rigathieri grandes parceiros e amigos, da LIVITECH, as mães e alunos da APAE de Ilhéus por acreditarem e darem força para que esta Olimpíada aconteça; ao parceiro inseparável Arivaldo Diamantaras; a todos os voluntários, e ao apoio maior de DEUS, “que nos dá fé, garra, esperança, e a bênção de encontrar pessoas que respeitam a diversidade e o diferente, e que conseguem enxergar que todos temos as nossas limitações. Apesar de todas as dificuldades, encontramos pessoas como as acima nominadas, que nos dão a certeza de que vale a pena acreditar no ser humano, e que quando queremos, podemos “ousar com competência”, destacou Socorro Pastor.
Queremos uma igualdade que reconheça as diferenças, e uma diferença que não produza desigualdade (Prof. Boaventura Santos).

Expressão de Cidadania APAE: Uma cultura de Inclusão pelo Esporte na VIII Olimpíada



Em 19.06.2012

A VIII Olimpíada das APAES da Bahia, sediadaem Ilhéus nesta ultima semana, foi exemplo de cidadania pela cultura de inclusão ao esporte, através da participação de mais de 300 apaeanos de 16 cidades baianas em várias modalidades.

Por Anna Karenina Vieira - 4085.BA
annakvieira@yahoo.com.br


“Queremos uma igualdade que não reconheça as diferenças, e uma diferença que não reconheça as desigualdades. A diferença pede respeito, tolerância e muito amor. Anormal é quem não percebeu o significado da palavra amar. A diferença pede licença e pede caminho. Abra, e você verá aonde ela é capaz de chegar”, essa fala marcou um dos discursos de abertura da VIII Olimpíada das APAES da Bahia, de 14 a 17 de junho. A fanfarra dos Guerreiros da Bahia, do Colégio Paulo Américo, alargou caminho na Avenida Soares Lopes, em alto e bom som, da Praça Castro Alves ao Ginásio, abriu-se oficialmente o evento, para passarem os verdadeiros protagonistas, os apaenos. O Ginásio de Esportes Herval Soledade, em Ilhéus, 14, estava repleto de jovens, adultos, atletas, professores, agentes sociais, profissionais, representações da Polícia Militar, capoeiristas, todos juntos em prol desta realização da APAE de Ilhéus juntamente com a Federação Estadual das APAES e contou com apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia – Sudesb.
“Estou muito feliz de estar aqui hoje, é muito bom participar desse evento”, garantiu o jovem Gilvanio Alves de Castro, da delegação de Guanambi. De acordo com o presidente da Federação das APAES da Bahia, Derval Freire, a maior importância do evento é a integração do pessoal motivada pela relação de confiança com os alunos, e acrescenta, “amor é a palavra que pode traduzir tudo o que eles fazem. É isso o que dá energia a essas crianças, amor a si próprio e ao outro, é o que podemos entender disso”. O Coordenador Técnico da APAE de Salvador, Silvio Santos, explica, “nós acreditamos na possibilidade de oferecer aos alunos com deficiência intelectual momentos de superação, de conquistas, prazer, envolvimento e de aconchego”.
A cantora Chica de Cidra cantou brilhantemente o Hino Nacional junto com o músico tecladista Dante Valadares, no tempo em que algumas falas trouxerem a tônica desse importante acontecimento social, tendo como mestre de cerimônia, Dr. Josevandro Nascimento. Para a Presidente da APAE de Ilhéus e organizadora, Socorro Pastor, “essa conquista mostra que ainda existe respeito pelo ser humano, respeito à diversidade e a diferença, apesar de que ainda existem muitas pessoas que não têm a sensibilidade necessária para respeitar o outro. Na VIII Olimpíada das APAES vivenciamos juntos, verdadeiros momentos de superação de limites, capacidade e garra”.
De acordo com o Coordenador de Educação Física de Esporte e Lazer da APAE de Vitória da Conquista, atuante há 12 anos, Paulo Gonçalves, “em nenhum outro lugar eu iria encontrar essa representação dos seres humanos, do amor e da conciliação, sobretudo, do modo em que podem exercer suas funções vitais da melhor maneira possível, sem discriminação, sem barreiras arquitetônicas e sem principalmente a desconfiança dos outros. Esse milênio é o milênio da mudança, de respeito à habilidade e principalmente da diversidade humana. Pela oitava vez na Bahia a Olimpíada da APAE celebra a união”.
O Ilmo. Sr. Major Riccio da Polícia Militar, do comando regional do Sul da Bahia, que estava presente na abertura, elogiou a realização e destacou o esporte como uma forte ação social na juventude no combate às drogas, colocando-se à disposição da APAE para colaborar no que preciso.

Mediado pela cultura, arte e cidadania do evento, apresentação musical se seguiu com o cantor Ilheense Kekeya, que com a música "Gente", de Jauperi, a letra chamou atenção: "Eu não gosto de gente que gosta um pouquinho, Eu nãogosto de gente fingida, Eu nãogosto de gente que não olha no olho, Gente que reclama da vida, Gente que aperta a mão assim sem apertar, Gente que foge e não encara o olhar, Gente que tem medo, gente que enfraquece, Gente que maltrata, gente que aborrece, Gente que não sabe ser gente, Ô, gente! A gente precisa ser gente, Oxente, a gente precisa de gente, Que abrace, que sorria, Dê a mão, dê alegria, Que abrace, que sorria, Dê a mão, dê alegria, E amor todo dia".

Apresentações de dança dos apaeanos de Ilhéus, com a professora e educadora física, Vitória Penalva, cativaram a todos com alegria e carisma. Em seguida, o grupo de Capoeira Negra Raiz se apresentou em roda com ladainhas, berimbaus, pandeiro, atabaque e axé, onde integrantes de outras cidades também entraram na roda e jogaram capoeira. Para o professor do grupo Negra Raiz, Rafael Gomes, “é muito importante iniciativas assim. Ver as necessidades e o sentimento de superação de cada criança dessa, nos transmite um ensinamento muito grande. Perceber a capoeira como um desses instrumentos sociais, mostra que ela é para todos e pode chegar muito além do que imaginamos, sendo a capoeira uma constante experiência de transformação na vida de muitos jovens”.
Verdadeiramente, a VIII Olimpíada das APAES, trouxe um sentimento muito bom de comunhão e cooperativismo social. O evento contou com o apoio e braços dados de muitas representações da sociedade ilheense, mobilizadas para esse acontecimento de grande relevância. Entre as modalidades esportivas, foram realizadas provas de atletismo, capoeira, futebol, judô, handebol, natação e futsal.  De promoção à cidadania e inclusão, a Olimpíada tem por objetivo a participação, integração e desenvolvimento esportivo dos alunos. No evento, 16 delegações das APAES de municípios baianos estiveram presentes, como Camaçari, Canavieiras, Feira de Santana, Gandu, Guanambi, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Salvador, Santa Maria da Vitória, São Francisco do Conde, Valente e Vitória da Conquista.
Até o final desta semana sai a relação dos apaeanos selecionados para a XX Olimpíada Nacional das APAES, que será em Maringá-PR, em novembro.


Fotos: Mattos Fotografia


APAE DE ILHÉUS REALIZA SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA



Por Anna Karenina 4085.BA
Maori Jornalismo

A Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE) de Ilhéus convida a comunidade ilheense a participar da Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que começa nesta terça-feira, 21, ao dia 28 de agosto de 2012. A abertura do evento acontece na Praça do Teatro Municipal, 21, às 17:30h e no próximo dia, quarta-feira, 22, às 8hs ocorrerá a Caminhada de Sensibilização com saída na Praça Dom Eduardo para o centro da cidade. Ao longo da semana, serão realizadas atividades que envolvem manhã de lazer, momento musical e seminário que tem como tema “A Importância da Capacitação e inserção no mercado de Trabalho da Pessoa com deficiência Intelectual e Múltipla e da família”. O encerramento do evento será na próxima terça-feira, 28, com visita dos alunos do Mercado de Trabalho à empresa Livitech, 8 hs.

“Queremos uma igualdade que reconheça as diferenças, e uma igualdade que não produza desigualdade”. – Professor Boaventura Santos.


Seminário

É na sexta-feira, 24, que acontecerá um Seminário no Ilhéus Hotel tendo como temas “A Importância da Capacitação e inserção no mercado de Trabalho da Pessoa com deficiência Intelectual e Múltipla e da família”, que será às 9 horas, ministrada por Maraísa Helena Estêvão Pereira, e o “Benefício de Prestação Continuada – Lojas”, às 14 hs, por Érica Maria de Souza, Analista Previdenciária e Assistente Social do INSS.
Maraísa Helena Estêvão Pereira é Mestra em Educação, Especialista em Educação Especial e Políticas Púbicas, Pedagoga, Psicóloga, Neuropedagoga, também é Chefe do Núcleo de Transtorno Global do Desenvolvimento da Secretaria de Educação do Distrito Federal e realiza Consultora Técnica nas áreas de Educação Inclusiva, Produção de Softwares Educacionais, Tecnologia Assistiva, Acessibiidade e Projetos para Pessoas com Deficiências.




RITA BARROS


BRIEFING: A profissional liberal contratou a assessoria de comunicação para a elaboração de conteúdo fotográfico e jornalístico sobre a terapia da massagem para bebês, Shantalla, e outra matéria para divulgação na imprensa local.

SHANTALLA: Um toque de amor


 A terapia integrativa oriental de massagem para bebês e crianças, surgiu na Índia e cada vez mais tem sido procurada por mães em todo mundo. Aprender a arte que sempre foi hábito materno de rotina das mulheres indianas, no cuidado com seus filhos, tem se tornado uma necessidade no Ocidente. A técnica tem sido bastante estudada na França e a cada dia o número de pesquisas científicas cresce para comprovar os seus benefícios.

Numa calçada pública em Calcutá, na Índia, uma mulher paraplégica sentada sobre as escadarias do rio Ganges, massageava seu bebê, enquanto um ambiente hostilizadamente caótico se desmanchava na paisagem. O nome dela era Shantalla. E foi esta cena que aguçou a percepção e sensibilidade do médico francês Frédérick Leboyer, a identificar naquela massagem a beleza e a harmonia nos movimentos de Shantalla em seu filho, homenageando-a com seu nome para identificar o estudo que ele desenvolveu desta prática. Shantalla é uma técnica indiana milenar de massagem para bebês e crianças voltada para mães, pais, gestantes e avós se comunicarem corporalmente com os pequenos. Surgiu no Estado de Kerala, no Sul da Índia e a Shantalla inserida na filosofia ayurvédica, representa o primeiro toque prático da ciência que estuda e exerce a longevidade, a Ayurveda (Ayur= vida, Veda=conhecimento, ciência).

 Desde o nascimento, o bebê já pode receber as primeiras palpações da mãe, que através desta arte oriental, aplicada até os doze anos de idade, vai fortalecer os laços com o filho e proporcionar uma infinidade de benefícios para a criança. De acordo com a terapeuta corporal Rita Barros, a Shantalla auxilia no desenvolvimento dos sistemas corporal físico, psicológico e emocional, e ajudará bastante nos dias difíceis da criança.

À medida que essa técnica de massagem vai sendo aplicada, o sistema imunológico do bebê é favorecido com o estímulo da produção de mais linfócitos -responsáveis pela defesa do organismo-, assim como há os estímulos táteis, auxílio na coordenação motora, o contato visual, desenvolvimento psicológico, reflexos, atividade muscular, desenvolvimento e fortalecimento das articulações, estímulo aos órgãos internos, estímulo à curiosidade, noções de limite, entre outros. As contra indicações na Shantalla são para crianças com apresentação de febre, infecções e nos dias que estiver sujeita a tomar vacinas.
 “Além de facilitar a vida cotidiana das mães, auxilia na praticidade e intimidade na relação mãe e filho. Também é uma alternativa de socorro em casos de urgência, em que você precisa dar um alívio rápido ao seu filho até o momento em que o médico possa atendê-lo”, explicou Rita Barros.“Quando você percebe o limite entre um corpo e o outro corpo, você tem a nítida compreensão de limites, direitos e deveres, que serão compreendidos depois, mas a essência já é incorporada no aprendizado da vivência”, explica a terapeuta.Ela argumenta que a atenção materna vai estar mais ativa, assim como a linguagem no vínculo mãe e filho. “Você vai percebendo a personalidade da criança e a individualidade do seu filho. É um diálogo sem palavras, onde quem fala é o inconsciente para outro inconsciente, em que essa comunicação vai estar registrada nos dois e não se perde, porque fica registrado no corpo, como definiu o psicanalista Ricardo Rodulfo ‘são como desenhos no corpo, desenhos fora do papel’”, destacou a especialista. 
O tempo de massagem varia de acordo com a idade da criança, para os recém-nascidos ao primeiro ano, a massagem evolui de 5 para 30 minutos. De 1 até os 5 anos de idade, dura 30 minutos, de 5 aos 12 anos, a Shantalla acontece durante 40 minutos.
Para melhor manuseio, deslizamento, palpação, pressão, aconchego, exercícios e movimentos próprios da técnica da Shantalla, os óleos vegetais devem ser sempre utilizados. A pele da criança é aquecida e a troca e o diálogo entre os corpos são facilitados. O óleo de coco da praia, rico em vitaminas A e E, é o mais indicado para uso, pois contém substâncias que o bebê já conhece, o ácido láurico, presente no leite materno. Mas também têm os óleos de amêndoa doce, sementes de uva, palmiste, macaúba, que também podem ser aplicados.
Além de terapeuta corporal, em Yoga Massagem Ayurvédica, técnica de Kusum Modak lecionada por Ma Bodhigita, a soteropolitana Rita Barros é fitoterapeuta pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), complementando sua formação com os cursos de Aromaterapia, Psicoaromaterapia, Florais de Saint Germain e de Bach, Iridologia, Emotologia, R'XA (Reiki) e Holocromos. Residente em Ilhéus-BA, Barros identifica na cidade um campo favorável para atendimentos e oferecimento de cursos de Shantalla. Ela predispõe incorporar a aromaterapia e a cromoterapia na Shantalla através da introdução de cores e aromas para tratamento de algumas patologias infantis costumeiras, como as cólicas, stress, dor de cabeça, diarréia, falta de apetite, ansiedade, euforia, entre outros.

Para atendimento e maiores informações:
Rita de Cássia Barros
(73) 3632-2305; (71) 8219-7683;  (73) 9983-6494      
“Sim, os bebês tem necessidade de leite, mas muito mais de serem amados e receberem carinho. Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”.

LEBOYER, médico francês que "descobriu" a técnica, autor do livro "Shantalla, massagem para bebês: uma arte tradicional".

Curso de SHANTALLA: Um toque de amor

 A arte milenar de massagem para bebês, a técnica da Shantalla, agora pode ser aprendida em Ilhéus através do curso que começa neste mês de abril, na Escola Mondrián, com turmas iniciais nos sábados, dias 21 e 28, das 8 horas ao meio dia. Mães, professoras, babás, enfermeiras, avós, madrinhas e todos aqueles que amem crianças podem adquirir os fundamentos da Shantala, que serão transmitidos através de treinamento teórico e prático pela Terapeuta Corporal Ayurvédica de Salvador, Rita Barros. A profissional aliou a filosofia Ayúrveda, a Ciência da Vida, com a proposta que a diretora da Escola Mondrián, Maria Isabel Midlej, tem de promover a qualidade de vida de seus alunos, aliando saúde, bem estar e desenvolvimento. Todos os interessados e dos demais municípios também podem participar e se encaixar nas turmas desta primeira edição do curso. Basta inscrever-se no contato            (73) 3231-2352 begin_of_the_skype_highlighting            (73) 3231-2352      end_of_the_skype_highlighting      . Escola Mondrián: Rua 28 de junho, Pacheco - Ilhéus/BA. Para maiores informações, ligue             (73) 9983-6494 begin_of_the_skype_highlighting            (73) 9983-6494      end_of_the_skype_highlighting      . Acesse: www.decassiabarros.blogspot.com
O curso inclui um CD suporte contendo, livro, músicas, vídeo, fotos, comentários, passo a passo, pontos para aplicação da Cromoterapia e modo de usar Aromaterapia, terapias que também serão introduzidas. Os benefícios da Shantalla são vários. De acordo com a Terapeuta Corporal Rita Barros, “a Shantalla auxilia no desenvolvimento dos sistemas corporal físico, psicológico e emocional. Além de facilitar a vida cotidiana das mães, auxilia na praticidade e intimidade na relação mãe e filho. O sistema imunológico do bebê é favorecido, assim como há os estímulos táteis, auxílio na coordenação motora, o contato visual, desenvolvimento psicológico, reflexos, atividade muscular, desenvolvimento e fortalecimento das articulações, estímulo aos órgãos internos, estímulo à curiosidade, noções de limite, entre outros. As contra indicações na Shantalla são para crianças com apresentação de febre, infecções e nos dias que estiver sujeita a tomar vacinas”.

Sobre a Shantalla - A terapia integrativa oriental de massagem para bebês e crianças, surgiu na Índia e cada vez mais tem sido procurada por mães em todo mundo. Aprender a arte que sempre foi hábito materno de rotina das mulheres indianas, no cuidado com seus filhos, tem se tornado uma necessidade no Ocidente. A técnica tem sido bastante estudada na França e a cada dia o número de pesquisas científicas cresce para comprovar os seus benefícios.
Numa calçada pública em Calcutá, na Índia, uma mulher paraplégica sentada sobre as escadarias do rio Ganges, massageava seu bebê, enquanto um ambiente hostilizadamente caótico se desmanchava na paisagem. O nome dela era Shantalla. E foi esta cena que aguçou a percepção e sensibilidade do médico francês Frédérick Leboyer, a identificar naquela massagem a beleza e a harmonia nos movimentos de Shantalla em seu filho. Shantalla é uma técnica indiana milenar de massagem para bebês e crianças voltada para mães, pais, gestantes e avós se comunicarem corporalmente com os pequenos. Surgiu no Estado de Kerala, no Sul da Índia e a Shantalla inserida na filosofia ayurvédica, representa o primeiro toque prático da ciência que estuda e exerce a longevidade, a Ayurveda (Ayur= vida, Veda=conhecimento, ciência).


TÊNIS BAHIA

BRIEFING: O Tênis Bahia contratou a assessoria de comunicação para a cobertura jornalística e fotográfica do evento e divulgação na imprensa baiana.

Esporte e lazer no IV Tennis Cup Ilha de Comandatuba


Torneio do Circuito de Tênis da Bahia no Hotel Transamérica reuniu mais de 50, e conciliou esporte, lazer e sociabilidade.


Aconteceu o IV Tennis Cup Ilha de Comandatuba no Hotel Transamérica, torneio que faz parte do Circuito de Tênis da Bahia, e reuniu neste final de semana, nos dias 3 e 4 de março, mais de cinqüenta inscritos de diversas cidades baianas, como também de outros estados do país, em Una – BA. Este é o quarto ano que a organizadora Agda Silva promove o campeonato com o objetivo de incentivar a prática do tênis e a integração dos participantes.
No início da manhã de sábado (3), às 9 horas, foi dada a abertura do torneio junto à reinauguração do complexo tenístico do Hotel Transamérica, que soma um total de dez quadras, momento em que o Hino Nacional em exibição das bandeiras brasileira e baiana foi cantado pelos atletas. A presença ilustríssima do veterano tenista Pedro Silva veio para valorizar ainda mais esse acontecimento, já que não é todo torneio de tênis que tem o privilégio de receber o “Zico do tênis” da Bahia.
A parceria do Hotel, representado pelo gerente de esporte e lazer, Hércules Travasso, com o Tennis Cup Ilha de Comandatuba, há quatro anos vem dando certo. “A cada edição, o número de participantes vem aumentando significativamente, e com bom nível. É uma honra muito grande contar com a participação de pessoas de vários lugares da Bahia e do Brasil”, salientou a organizadora Agda Silva. Nesta edição, estão reunidos tenistas de Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista, Jequié, Lauro de Freitas, Salvador, Feira de Santana e Irecê, assim como de outros estados, cidades como Vitória-ES, Aracaju-SE, Curitiba-PR, Rio de Janeiro-RJ e de São Paulo-SP.
Os jogos foram disputados em 1 set profissional de 8 games, de simples e duplas, em várias categorias, segundo a faixa etária dos jogadores. Dentre elas, Infanto Juvenil, Open, Seniors e Damas acima de 35 anos. Ao final do dia, houve a entrega dos troféus e medalhas com a divulgação dos resultados e o encerramento do torneio.
Profissional de educação física, treinador nacional da CBT (Confederação Brasileira de Tênis) e professor de tênis há quinze anos, Luís Rogério Menezes, mais conhecido por Charinho, afirma que Ilhéus e Itabuna estão bem representadas com o grupo de seus 14 alunos que ele trouxe para competir. Charinho compôs na tarde do sábado o jogo de exibição de dupla do evento ao lado de Moarcyr Abreu Júnior contra os veteranos Deraldo Nascimento e Gilvão Galvão. “As quadras estão com uma estrutura muito boa e a proposta do evento é muito interessante, porque além da competição envolve interação social em que você conhece pessoas de vários lugares diferentes compartilhando o hobby comum, que é jogar tênis. Com isso agregamos atividade física com o lazer e o conforto que o Hotel oferece, com certeza muito bom”, comentou o professor, que dá aulas de tênis em hotéis de Ilhéus e Itacaré, e agora ensina também em Itabuna.
E pra quem pensa que a prática do tênis é privilégio apenas dos jovens, está profundamente equivocado. Aqui foram reunidos diversos veteranos quando o assunto é maturidade e disposição para o esporte. “Tenho a satisfação de dizer que somos exceção aqui na Bahia, porque fazer um torneio social como o nosso, que tem 8 jogadores pra disputar uma categoria acima de 60 anos de idade, com certeza é uma grande alegria”, comemora a organizadora Agda, tenista há 23 anos.
Dona Aldair Montenegro, com seus maduros 82 anos, soteropolitana, é jogadora de tênis e disputou na categoria Damas um jogo de dupla. Ela pratica o esporte desde os 62 e afirma com convicção, “pra mim é ótimo, porque exercita os músculos e conserva a saúde”, e garante, “o que faz a gente envelhecer é ficar parada”. Praticante assídua do torneio, desde a primeira edição, explica que além da atividade física, é uma excelente oportunidade de lazer, “encontrar amigos e conversar é uma maravilha”. O renomado tenista baiano, Pedro Silva, marca presença na IV Tennis Cup Ilha de Comandatuba e assim define o evento, “é um torneio pra fazer amigos, não é uma competição pra o cara sair daqui vitorioso ou não, é um torneio pra fazer amigo e isso não tem preço”.
Para o Presidente do Tênis Clube de Vitória da Conquista, Gideon Almeida, “isso só faz crescer o tênis da Bahia, e a presença de Pedro Silva aqui é muito importante, porque nos incentiva. Espero que esse momento se repita mais vezes durante o ano, para quem não conhece, recomendo, vale muito à pena participar”.

RESULTADO
VENCEDORES

Categoria
Damas – 1º Mauricéia Damasceno e 2º Monita Abreu
16 anos – 1º Andrei Lavigne e 2º Marcelo Costa Curta
Open – 1º Roberto Tarazi e 2º Claudecir Santos
45 anos – 1º Marco Antonio e 2º Mauricio Taraschi
50 anos – 1º Gideão Almeida e 2º Ivanildo Calheira
60 anos – 1º Luiz Faleiro e 2º Joselito Viana
Dupla Mista – 1º Jean Solca e Gideon Almeida; 2º Mauricéia Damasceno e Jackson
Dupla Masculina – 1º Luís Rogério Menezes e Mauricio Taraschi; 2º Geraldo Nascimento e Paulo Hever







VIXE MARIA

ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE CAPOEIRA NEGRA RAIZ


BRIEFING
A Associação Cultural de Capoeira Negra Raiz contratou a assessoria de comunicação para a elaboração de uma carta de apresentação a ser entregue a entidades visando a captação de recursos para o evento do órgão e um release de divulgação.

ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE CAPOEIRA NEGRA RAIZ
Ilhéus/BA
Carta de Apresentação
Prezado Sr.,

O grupo de Capoeira Negra Raiz realizará em Ilhéus o seu 8º Batizado e Encontro, o Ginga Ilhéus, nos dias 13, 14 e 15 de julho de 2012. Na sede do grupo, situada no Colégio Caic, em Ilhéus, mini cursos, oficinas, palestras e rodas acontecerão visando fomentar a cultura popular, as tradições e a hierarquia da capoeira. Estima-se um total de 300 alunos participantes, entre crianças, jovens e adultos. O evento vai abranger um público de diversos municípios como Ilhéus, Itabuna, Una, Canavieiras, Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Vitória da Conquista, Brumado, Valença, Boipeba, Cairu, dentre outros. Nesta solenidade de batizado e encontro, Mestres, Contra Mestres, Professores e alunos de capoeira da Bahia estarão presentes.
De acordo com o professor, fundador e presidente da Associação Cultural de Capoeira Negra Raiz, Rafael Gomes, “é fundamental promover e apoiar eventos como esse, em que a cultura baiana pode ser compreendida pelo público e principalmente absorvida e empreendida pelos praticantes. Sem dúvidas, a capoeira é um grande instrumento de transformação social, em que crianças e jovens sujeitos à vulnerabilidade social podem ser resgatados por essa arte e receber um rico legado de valores e formação humana”.
A linhagem do grupo Negra Raiz, surge por meio do representante e mestre Zé Pequeno, de Santo Antônio de Jesus, através do grupo por ele fundado em 1992, a Associação de Capoeira Axé Bahia. O Axé Bahia está presente em 22 municípios, 4 estados e 3 países. Sua raiz provém do Mestre Bimba, Mestre Aristides e Mestre Gabriel até chegar ao Mestre Zé Pequeno, que de sua terra natal, trouxe o grupo para Ilhéus em 2002. Então o professor Rafael Gomes, aluno do Axé Bahia, fundou em 5 de março de 2004 o Grupo Negra Raiz, dando continuidade à linhagem. Hoje o Negra Raiz possui 4 graduados, 6 Estagiários, 8 instrutores e 3 alunos formados. Sempre trabalhando com elementos folclóricos da capoeira, o Negra Raiz apresenta a arte visando o crescimento e a difusão da capoeira através de manifestações culturais, como o Samba de Roda, Maculelê, a Puxada-de-Rede e o instrumental, além dos fundamentos e rituais próprios da cultura, para que a credibilidade e o reconhecimento disso tudo se afirmem para os diversos segmentos da sociedade.
Engajado socialmente e conhecedor da capoeira, há oito anos o professor Rafael Gomes, no segundo grau de formação no esporte, leciona a capoeira. Também é Conselheiro de Cultura em Ilhéus, faz parte do Grupo de Estudos da Capoeira (GEC) e desenvolve através da Associação diversos projetos sociais, como o Ginga na Escola, com núcleos em Sambaituba, Urucutuca, Jardim Savóia, assim como em outros municípios, como Itapitanga, Coaraci, Itamontina, Cafundó, em outros estados, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. Além desse, atua também através do Projeto Sociocultural Janela da Arte, Ponto de Cultura do Estado da Bahia, Projeto FAZ (Fé, Alegria e Inclusão Social), Projeto Criança Esperança e o Programa Mais Educação.
Na sede do Grupo atualmente têm 35 alunos cadastrados e o Grupo Negra Raiz em todo seu corpo soma um total de 250 capoeiristas. O apoio e trabalho da Vice-presidente da Associação do Grupo, a Estagiária Fernanda de Souza, também é peça fundamental para a entidade, na medida em que acompanha e instrui os alunos, somando forças nesse trabalho social.
A Associação de Capoeira Negra Raiz convida a comunidade ilheense para contribuir com a sua cultura, de modo que a capoeira seja preservada, fortalecida e difundida a mais pessoas, dando continuidade a esse trabalho de responsabilidade social. Entendemos que a participação colabora decisivamente para a difusão da cultura, contribuindo para a socialização da mesma. Assim, acreditamos que o reconhecimento da capoeira é essencial para a compreensão de nossas raízes, fruto de um referencial histórico de resistência. A abertura de fronteiras no mundo de hoje se dá na construção atual da capoeira pautada no legado dos nossos antepassados. Você é nosso convidado a continuar a construção das nossas histórias, no tempo de hoje. Colabore conosco e seja nosso parceiro nesse evento e no Projeto Sociocuoltural Ginga na Escola.

Grupo Negra Raiz de Capoeira realiza encontro e batizado de Capoeira em Ilhéus neste final de semana
Por Anna Karenina . 4085/BA
É neste final de semana, próximo sábado e domingo, 14 e 15 de julho, que a Associação Cultural de Capoeira Negra Raiz realiza e convida a comunidade para o seu 8º Batizado e Encontro, o Ginga Ilhéus, no bairro Hernani Sá, Ilhéus-BA. Na sede do grupo, situada no Colégio Caic, mini cursos, oficinas, palestras e rodas acontecerão visando fomentar a cultura popular, as tradições e a hierarquia da capoeira. Estima-se um total de 300 alunos participantes, entre crianças, jovens e adultos. Nesta solenidade grandes mestres, contra mestres, professores e alunos de capoeira da Bahia estarão presentes. O evento vai abranger um público de diversos municípios como Ilhéus, Itabuna, Una, Canavieiras, Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Vitória da Conquista, Brumado, Valença, Boipeba, Cairu, dentre outros.
Na sede do Grupo atualmente têm 35 alunos cadastrados, e o Grupo Negra Raiz em todo seu corpo soma um total de 250 capoeiristas. Hoje o Negra Raiz possui 4 graduados, 6 Estagiários, 8 instrutores e 3 alunos formados. Sempre trabalhando com elementos folclóricos da capoeira, o Negra Raiz apresenta a arte visando o crescimento e a difusão da capoeira através de manifestações culturais, como o Samba de Roda, Maculelê, a Puxada-de-Rede e o instrumental, além dos fundamentos e rituais próprios da cultura, para que a credibilidade e o reconhecimento disso se afirmem para os diversos segmentos da sociedade.
De acordo com o professor, fundador e presidente do grupo, Rafael Gomes, “é fundamental promover eventos como esse, em que a cultura baiana pode ser compreendida pelo público e principalmente absorvida e empreendida pelos praticantes. Sem dúvidas, a capoeira é um grande instrumento de transformação social, em que crianças e jovens sujeitos à vulnerabilidade social podem ser resgatados por essa arte e receber um rico legado de valores e formação humana”. Com o projeto Ginga na Escola, através do grupo Negra Raiz, o professor também atua com núcleos em Sambaituba, Urucutuca, Jardim Savóia, assim como em outros municípios, como Itapitanga, Coaraci, Itamontina, Cafundó, estando o projeto presente em outros estados, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.
A linhagem do grupo Negra Raiz, surge por meio do representante e mestre Zé Pequeno, de Santo Antônio de Jesus, através do grupo por ele fundado em 1992, a Associação de Capoeira Axé Bahia. O Axé Bahia está presente em 22 municípios, 4 estados e 3 países. Sua raiz provém do Mestre Bimba, Mestre Aristides e Mestre Gabriel até chegar ao Mestre Zé Pequeno, que de sua terra natal, trouxe o grupo para Ilhéus em 2002. O professor Rafael Gomes, aluno do Axé Bahia, fundou em 5 de março de 2004 o Grupo Negra Raiz, dando continuidade à linhagem.

Jovens Multiplicadores de Cultura

Recentemente aluno do grupo Negra Raiz, o jovem Allison, foi contemplado no programa “Jovens Multiplicadores”, do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura, para lecionar aulas de capoeira na Escola Santa Ângela, em Ilhéus. Essa é mais uma promoção de cidadania do grupo Negra Raiz com vistoria do Instituto Sul Baiano de Arte-Educação de Ilhéus (IBARTE), que através da capoeira vêm promovendo ações em prol da cultura e inclusão social na cidade. 
Acesse: http://www.negraraizcapoeira.blogspot.com.br/

Associação de Capoeira Barro Vermelho

BRIEFING
A assessoria de comunicação foi solicitada pela Associação Cultural de Capoeira Grupo Barro Vermelho, para a elaboração de uma carta de apresentação visando captação de recursos para o evento do órgão e a direção de arte gráfica (idealização) para a execução de um profissional de design.
Segue abaixo a carta de apresentação e em seguida a mostra da direção de arte gráfica pela assessoria e desenvolvimento do designer Fábio Sena.

ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE CAPOEIRA
GRUPO BARRO VERMELHO

Carta de Apresentação


O grupo de Capoeira Barro Vermelho realizará em Ilhéus o seu 1º Batizado, no dia 13 de novembro de 2011. No salão da Paróquia São João Batista, na praça do Pontal, graduará cerca de 50 alunos ilheenses, entre crianças, jovens e adultos. Nesta solenidade, que representa a graduação do capoeirista com o recebimento do cordel, mais de cem capoeiristas estão sendo convidados para participar, entre Mestres, Contra Mestres, Professores e alunos da Bahia - das cidades de Ilhéus, Belmonte, Canavieiras, Una, Itororó, Salvador - e do Rio de Janeiro.
O grupo Barro Vermelho desenvolve e valoriza a prática da capoeira como um patrimônio cultural brasileiro, e também expande a arte em países como Espanha, França, Noruega e os Estados Unidos. Isto provém do trabalho do Mestre Benivaldo Santos Possedôneo, quando fundou há 18 anos o grupo em Salvador. Os realizadores, Mestre Carrapicho e Professor Segurança, convidam a comunidade ilheense para contribuir com a nossa cultura, de modo que a capoeira seja preservada, fortalecida e difundida a mais pessoas, rumo ao trabalho de responsabilidade social.
Em Ilhéus, isso pode ser visto através das atividades que Celimar Dias Viana, conhecido como Professor Segurança, tem realizado nos bairros do Hernani Sá com as crianças da APAE, do Pontal, no salão da Paróquia São João Batista e do Teotônio Vilela, na Escola Emília de Brito Correa, lecionando aulas de capoeira para a infância, a juventude e o público adulto, de diversas classes sociais.
Fundado em 12 de maio de 1993, o grupo de Capoeira Barro Vermelho foi criado com o objetivo de resgatar e preservar a capoeira na Bahia e no Brasil, tendo a cultura como elemento fundamental para a identidade e memória de um povo. Isso reflete a capoeira como uma arte, luta e dança tradicionalmente brasileira, que interage na formação de indivíduos, que de forma natural e espontânea atua no fisiológico, cognitivo e emocional, aliando hábitos saudáveis e benefícios por parte de quem pratica o esporte, ou seja, contribuindo diretamente para o desenvolvimento humano.
O grupo Barro Vermelho apresenta a capoeira visando o crescimento e a difusão do esporte através de manifestações culturais - como também o Samba de Roda, Maculelê e a Puxada-de-Rede - para que a credibilidade e o reconhecimento dessa arte se afirmem para os diversos segmentos da sociedade. Entendemos que a participação social colabora decisivamente para a difusão da cultura, contribuindo para a socialização da mesma. Assim, acreditamos que o reconhecimento da capoeira é essencial para a compreensão da nossa cultura, fruto de um referencial histórico de resistência. A abertura de fronteiras no mundo de hoje se dá na construção atual da capoeira pautada nas raízes dos nossos antepassados. Você é nosso convidado a continuar a construção das nossas histórias, no tempo de hoje. Colabore conosco!

Composição do Grupo Barro Vermelho

Mestre Benivaldo à Noruega;
Mestre Lula à Salvador-BA;
Mestre Rasta à Palmas de Malhorca-Espanha;
Mestre Tonhão à Salvador;
Mestre Cabeça à Barcelona-Espanha;
Mestre Carrapicho à Rio de Janeiro-RJ;
Mestre Tatu à Salvador-BA;
Mestre Cascata à Grã Canária-Espanha;
Mestre Leitinho à Espanha;
Contra Mestre Alemão à Salvador-BA;
Contra Mestre China à Maringá-PR;
Contra Mestre Bamba à Estados Unidos;
Contra Mestre Inhaca à Espanha;
Contra Mestre Danielà Salvador-BA;
Contra Mestre Girafaà Salvador-BA;
Contra Mestre Belezaà Salvador-BA;
Contra Mestre Compensadoà Salvador-BA;
Contra Mestre Caboré à Salvador-BA;
Contra Mestre Verdugo à Chapada Diamantina-BA;
Contra Mestre Alf à Espanha;
Professor Batista à Salvador-BA;
Professor Segurança à Ilhéus-BA;
Professor Magu à Rio de Janeiro-RJ;
Professor Shark à Turquia;
Instrutor Agulhão à Rio de Janeiro-RJ;
Formado Jal à Salvador-BA.